Um refúgio

Um refúgio
Quando às vezes há uma fuga de cores, refugiamo-nos no preto e no branco , o branco da liberdade e o preto da prisão , somos livres mas estamos presos , é o natural na maioria dos seres humanos, eu sou assim , e daí ? Se não consigo voar não sou livre, mas se consigo tudo o resto , não sou prisioneira , no fundo estou acorrentada a algo preto pintando no branco, no fundo sou apenas uma mancha sem cor, e daí ? Sou eu . Em tudo na vida há algo solto à procura de algo que o prenda (...) as COISAS estão SOLTAS *

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Labirintos de erros

Às vezes não temos mesmo escolha , qualquer rumo certo que pensamos seguir, revela-se posteriormente num verdadeiro erro, num labirinto, parece que não sabemos mesmo distinguir o certo do errado, então andamos perdidos, perdidos no nada, num vazio cheio de ‘emboscadas’ nas quais caímos, mesmo que involuntariamente..
Às vezes não temos mesmo escolha, quando finalmente conseguimos encontrar aquela placa a dizer “EXIT” que revela o fim do labirinto, novamente, sem querer, sem pensar, sem reflectir, voltamos para dentro dele, como se não tivéssemos escolha (e às vezes não a temos mesmo).
E este ciclo repete-se vezes e vezes sem conta, tornando-se vicioso, tornando-se num estilo de vida guiado por erros!
Podemos sempre alugar uma casa dentro do labirinto e morar dentro de um erro, ou então brincar com os erros e sair e entrar do labirinto, se bem que nenhuma das opções me parece ser a mais acertada, talvez não tenhamos escolhas certas visíveis e palpáveis..
Contudo diz-se por aí que se aprende com os erros , será ?

Sem comentários:

Enviar um comentário