Um refúgio

Um refúgio
Quando às vezes há uma fuga de cores, refugiamo-nos no preto e no branco , o branco da liberdade e o preto da prisão , somos livres mas estamos presos , é o natural na maioria dos seres humanos, eu sou assim , e daí ? Se não consigo voar não sou livre, mas se consigo tudo o resto , não sou prisioneira , no fundo estou acorrentada a algo preto pintando no branco, no fundo sou apenas uma mancha sem cor, e daí ? Sou eu . Em tudo na vida há algo solto à procura de algo que o prenda (...) as COISAS estão SOLTAS *

sexta-feira, 18 de junho de 2010

O que temos não são letras .

Enche os olhos de energia e fecha-os quando ouvires o não, depois não chores, abre-os outra vez e pensa que não saberias o que fazer se tivesses ouvido um sim.
Porque às vezes um não, não significa o fim de tudo, significa apenas o fim de algo que não começou, pois tudo que viveste com ele enquanto amigos antes do não continuará para sempre, porque o livro da vossa amizade continua aberto, à espera que vocês o vivam intensamente como dois amigos (...)
Então vamos traçar coisas, marcar pegadas, criar novas palavras, viver de outra forma e apontar tudo isso numa folha de papel solta dentro de nós, e quando um dia não houverem mais folhas com espaço para serem escritas, e o nosso subconsciente pedir mais e mais amizade, reciclaremos as folhas e criaremos um livro.
Porque há coisas que não têm limites, e nós não os temos, como eu costumava dizer em criança quando imitava o filme “Toystory” : “ao infinito e mais além”.

Agora, mais palavras para quê, quando tudo o que temos não são letras? Vida. *

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